Ubiratan Sanderson: “Missões em Brasília”
Ubiratan Antunes Sanderson, com raízes profundamente ligadas a Santo Ângelo e à região das Missões, se consolida como um dos principais nomes do campo conservador gaúcho para as eleições de 2026. Sua trajetória, marcada pela segurança pública e pelo vínculo direto com o interior, o coloca como representante de um Rio Grande do Sul que valoriza identidade regional, tradição e proximidade com a vida comunitária.
Trajetória marcada pela segurança pública
Formado em Direito e com especializações em Segurança Pública, Sanderson dedicou 23 anos à Polícia Federal, onde construiu reputação sólida e assumiu papel de liderança ao presidir o sindicato da categoria no estado. Essa vivência moldou sua atuação política e seus posicionamentos em defesa da ordem, do combate ao crime organizado e da valorização das forças policiais — temas que encontram forte eco nas regiões interioranas, especialmente nas Missões.
Atuação parlamentar conectada ao interior
Eleito deputado federal pela primeira vez em 2018 e reeleito em 2022, Sanderson consolidou sua presença no Congresso em pautas relacionadas à segurança, legislação penal e controle da administração pública. Mas foi sobretudo seu trabalho regionalizado que fortaleceu sua base.
Ao direcionar emendas para estradas, infraestrutura rural, agricultura familiar e melhorias municipais, Sanderson conquistou espaço e reconhecimento em cidades do interior — com destaque para a região das Missões, onde sua presença é constante e onde recebeu homenagens, incluindo títulos de “Cidadão Honorário”. Para prefeitos e lideranças locais, seu mandato representa atenção concreta às necessidades de quem vive longe dos grandes centros.
A força das Missões e do interior gaúcho na sua trajetória
A identificação de Sanderson com as Missões não se limita ao discurso. Sua militância política, visitas frequentes, defesa da infraestrutura regional e o diálogo permanente com produtores rurais e lideranças missioneiras reforçam sua imagem como representante legítimo dessa parte do estado.
Essa ligação também se estende a outras regiões interioranas, onde seu trabalho tem contribuído para aproximar Brasília das realidades rurais e das demandas de municípios que dependem de recursos, logística e apoio institucional.
Indicação de Bolsonaro e projeção estadual
Em 2025, Sanderson ganhou ainda mais protagonismo ao ser indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro como pré-candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul. O gesto colocou seu nome no centro da política estadual e reforçou seu status dentro do campo conservador.
Para apoiadores e lideranças locais, especialmente no interior, a indicação reconhece um perfil alinhado às pautas que representam a espinha dorsal da base bolsonarista: segurança pública, conservadorismo nos valores e respeito à identidade regional — características que refletem tanto sua trajetória quanto a cultura das Missões e do interior do estado.
Recentemente como voz de oposição — críticas a gastos públicos
Nos últimos meses, Sanderson também tem se destacado como uma voz ativa da oposição no Congresso, questionando gastos públicos e cobrando transparência de contratos governamentais. Entre suas ações recentes está o pedido formal de investigação junto ao Tribunal de Contas da
União (TCU) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) para apurar a contratação de um iate de luxo para hospedagem presidencial durante a COP 30 — uma embarcação que, segundo ele, poderia ser substituída por opções mais econômicas e oficiais.
Essa postura reforça seu perfil de fiscal da gestão pública, coerente com seu histórico de segurança e ordem, e coloca Sanderson como um parlamentar que busca unir defesa dos valores do interior com cobrança rigorosa sobre onde vai cada centavo do dinheiro público.
Uma pré-candidatura ancorada em raízes, serviço e responsabilidade
Com base sólida no interior e forte identificação com a região missioneira, Sanderson apresenta sua pré-candidatura ao Senado como a continuidade de uma jornada construída com proximidade, escuta e prestação de serviços. Seu discurso busca unir experiência prática, atuação parlamentar e o orgulho das origens — elementos que têm potencial para dialogar com todo o estado.
Ao entrar na disputa de 2026, Sanderson carrega consigo não apenas a indicação de uma liderança nacional, mas também a confiança de comunidades que se veem representadas em sua história. Em sua trajetória pública, o interior do Rio Grande do Sul — e especialmente as Missões — não é apenas lugar de origem, mas a base de sua identidade política e social.