Neste sábado, 14 de junho, Dia Mundial do Doador de Sangue, o Banco de Sangue do Hospital de Clínicas Ijuí (HCI) recebeu doadores e histórias que reforçam a importância da solidariedade e da responsabilidade coletiva. Entre eles, o jovem Bruno Francisconi Barcellos, de 25 anos, e o experiente doador Gilnei Ribeiro, de 63, ambos moradores de Ijuí.
Bruno, que trabalha como técnico de laboratório de topografia na Unijuí, começou a doar aos 18 anos, inspirado pelo pai. “Assim que atingi o peso mínimo, comecei a doar. Ele me mostrou a importância disso. A primeira vez fui com ele, foi tranquilo, não senti nada. Tento doar até quatro vezes por ano”, contou. Bruno também lamenta que muitos jovens ainda não tenham o hábito da doação: “A rotina com álcool e tatuagens acaba impedindo. Mas quem pode, deve vir doar. É rápido, seguro e faz a diferença.”
Gilnei Ribeiro, por sua vez, já soma 45 anos como doador regular. “Nunca tive nenhuma reação. É tranquilo, sem problema algum. Quem puder, colabore. Seja consciente e ajude o próximo”, afirmou. Mesmo sendo o único doador da família, ele procura incentivar amigos e conhecidos a também contribuírem com o banco de sangue.

A coordenadora do Banco de Sangue do HCI, Paula Küenzel, destacou: “Esses depoimentos mostram que doar sangue é simples, seguro e salva vidas. Precisamos manter os estoques para atender com agilidade em momentos de urgência. Nosso agradecimento a todos que doam com frequência.”
A data reforça a importância da doação regular e voluntária, essencial para manter os bancos abastecidos e salvar vidas diariamente.